Pycnoderes degeneratus Reuter, 1907 (sin. por Carvalho, 1954)
Corpo com contorno lateral nitidamente arredondado. Cabeça negra com antenômeros I e II pálidos. Pronoto e escutelo negros; pernas pálidas com fêmures posteriores enegrecidos na região apical. Hemiélitros negros até a fratura cuneal; embólio com manchas sub-basal e subapical pálidas que não ultrapassam a sutura cório-embolial, sendo a mancha subapical menor que a basal; cúneo mais longo que largo na base; membrana pálida.
Corpo oval, negro e brilhante; base do pronoto cerca de duas vezes mais longa que a largura da cabeça; cabeça tão larga quanto longa; regiões laterais da fronte alargadas com vértice mais estreito; fronte com sulco basal; pronoto fortemente pontuado, disco giboso-convexo com impressão mediana variável; ângulo basal com pequena projeção obtusa; base do pronoto levemente inclinada. Escutelo curto, aproximadamente 2/3 menor que a largura posterior do pronoto. Hemiélitros opacos; embólio com mancha clara alongada antes da base e do ápice. Membrana, rostro, antenas e pernas brancos; fêmures posteriores com ápice negro. Antenômero II com comprimento equivalente à largura do vértice entre os olhos.
Desconhecida
Descrição complementada com base em notas taxonômicas de Carvalho e tradução da descrição latina de Pycnoderes degeneratus (sinônimo júnior). Genitália não encontrada.
Carvalho, J. C. M. 1954. Neotropical Miridae, LXXVII: Miscellaneous observations in some European Museums (Hemiptera). Anais da Academia Brasileira de Ciências 26: 423–427.
Coelho, L. A. 2008. Miridofauna do Rio Grande do Sul, Brasil. Dissertação (Doutorado). Universidade Federal de Viçosa, MG, Brasil: 1–165.
Reuter, O. M. 1907. Capsidae in Brasilia collectae in Museo I. R. Vindobonensi asservatae. Annalen des Naturhistorisches Hofmuseums Wien 22: 33–80.
Stål, C. 1860. Bidrag till Rio Janeiro-traktens Hemipter-fauna. Kungliga Svenska Vetenskapsakademiens Handlingar 2(7): 1–84.