Eccritotarsus dimidiatus Stål, 1860
Cabeça amarelada ou alaranjada; região inferior amarelada; antenas e parte do clípeo pretas; lábio preto ou acastanhado. Pronoto uniformemente alaranjado, sem mancha preta ou, quando presente, em forma de faixa desde a extremidade posterior do pronoto até o vértice ou até a fronte da cabeça; propleura alaranjada ou amarelada; mesopleura preta; xifo do prosterno amarelado; mesosterno preto; escutelo preto. Hemiélitra preta. Fêmures médio e posterior amarelados na metade basal; fêmur anterior com superfície interna preta; coxas e trocanteres amarelados. Parte inferior do abdômen preta. (Felipe, 1985)
Apocynaceae: Tabernaemontana hystrix Steud;
Thevetia sp.;
Euphorbiaceae: Sapium haematospermum Müll.Arg. (Nogueira et al. 2019)
Carvalho, J. C. M. 1949. Mirídeos Neotropicais. XXXVII: gênero Aspidobothrus Reuter e considerações sobre A. semiluteus (Stål) (Hemiptera). Revista Brasileira de Biologia 9(3): 315-326. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-71081949000300006
Coelho, L. A. 2008. Miridofauna do Rio Grande do Sul, Brasil (Dissertação Doutorado). Dissertação Doutorado. 165 pp.
Felippe, M. A. 1985. Revisão do gênero Aspidobothrus Reuter, 1907 com ênfase na genitália externa de machos e fêmeas (Hemiptera, Miridae). Revista Brasileira de Biologia 45(3): 369-385. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-71081985000300007
Nogueira, B. C. F.; Coelho, L. A.; Martins, D. S.; Barcellos, B. D.; Sartori, S. R.; Ferreira, P. S. F. 2019. Associações de percevejos mirídeos (Hemiptera: Miridae) com plantas no Brasil. Biológico 81: 1-30. DOI: https://doi.org/10.1590/1676-0611-BIO-2019-0013