Chave de identificação

Chave para Espécies de Campyloneuropsis no Brasil

Identificação baseada principalmente na coloração dos hemiélitros, no comprimento corporal e na morfologia do endossoma masculino.

Passe o mouse sobre cada figura para visualizar os caracteres morfológicos. Em celular ou tablet, toque sobre a figura.

Observação: os caracteres da genitália masculina, especialmente a disposição dos espículos do endossoma, são diagnósticos para a identificação das espécies.

Para acessar informações detalhadas, clique no nome da espécie quando estiver destacado na chave.

1. Clavo castanho-escuro ou negro; endossoma com dois espículos basais, um maior e outro menor, um espículo situado na região mediana e outro muito curto próximo à região apical Fig. 1 Figura 1 — endossoma de Campyloneuropsis infumatus ; comprimento corporal de aproximadamente 3,6 mm.
Clavo com outra coloração; coloração geral variando de flava a amarelo-esverdeada.
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2. Espécies de pequeno porte, com comprimento corporal variando de 2,9 a 3,5 mm.
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Espécie de maior porte, com comprimento corporal alcançando aproximadamente 4,4 mm.
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3. Endossoma com três espículos basais maiores, afilados e de comprimentos aproximadamente semelhantes; região apical com três pequenos espículos semelhantes entre si Fig. 2 Figura 2 — endossoma de Campyloneuropsis nigroculatus .
Endossoma com três espículos basais robustos, sendo os dois laterais maiores e pontiagudos e o mediano consideravelmente menor e rombudo; pequenos espículos presentes na região apical.
4. Endossoma com três espículos basais robustos e de comprimentos aproximadamente semelhantes, sendo um deles posicionado lateralmente e apresentando o ápice fortemente rombudo; pequenos espículos agrupados na região apical.
Base bibliográfica

Referências e bibliografia sugeridas

Esta seleção reúne trabalhos relacionados à taxonomia, sistemática, diversidade, ecologia e controle biológico de Miridae, incluindo estudos sobre Dicyphini, mirídeos predadores e espécies de importância aplicada.

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