Pycnoderes albipes (Berg, 1892)

Sinonímia:

Physetenotus (Arsinotus) albipes Berg, 1892

Diagnose:

Cabeça avermelhada, antenas pálidas. Escutelo negro. Hemiélitros com clavo, cório e pequena mancha subapical semicircular no embólio negros; embólio e cúneo, exceto a borda negra da fratura cuneal, pálido-amarelados; membrana transparente com aréola escurecida (Carvalho & Carpintero, 1990).

Genitália:
Genitália de Pycnoderes albipes
Planta associada:

Commelinaceae: Tradescantia fluminensis Vell. (Carvalho & Carpintero, 1990)

Observações:

Imagem de Pycnoderes albipes
Distribuição Geográfica no Brasil – Rio Grande do Sul
Distribuição Geográfica no Brasil
Rio Grande do Sul – Derrubadas, Montenegro, Porto Alegre
Referências e Bibliografia sugerida

Referências e Bibliografia sugerida

Berg, C. 1892. Nova Hemiptera faunarum Argentinae et Uruguayensis. Anales de la Sociedad Científica Argentina 33: 193–205.

Carvalho, J. C. M.; Drake, C. J. 1943. Neotropical Miridae: concerning the Pennington Collection (Hemiptera). Revista de Entomologia 14(3): 521–524.

Carvalho, J. C. M.; Carpintero, D. L. 1990. Mirídeos Neotropicais, CCCXXIII: redescrição de Pycnoderes albipes (Berg, 1892) e descrições de dez espécies novas da fauna sul-americana (Hemiptera). Revista Brasileira de Biologia 50: 783–798.

Carvalho, J. C. M.; Carpintero, D. L. 1992. Miridos Neotropicales, CCCLVIII: observación de los tipos de Miridae descritos por C. Berg (1878–1893) con notas y correcciones taxonómicas (Hemiptera). Anais da Academia Brasileira de Ciências 64: 87–97.

Coelho, L. A. 2008. Miridofauna do Rio Grande do Sul. Dissertação, Universidade Federal de Viçosa, MG, Brasil. 155 p.

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