Tribo Eccritotarsini · Subfamília Bryocorinae
Espécies de pequeno porte, com 2,0–2,5 mm de comprimento, revestidas por pilosidade ereta e fina. Cabeça vertical e arredondada; olhos salientes, ultrapassando as margens anteriores do pronoto; clípeo saliente, fortemente projetado anteriormente e achatado lateralmente. Antenas cilíndricas; segmento antenal I cerca de três vezes mais curto que a largura do vértice; segmento antenal II aproximadamente quatro vezes mais longo que o segmento antenal I; pubescência com comprimento igual ou maior que a largura dos segmentos antenais. Pronoto fortemente pontuado, exceto na região dos calos; disco estreitado ao nível dos calos, com margem posterior largamente arredondada e ângulos umerais salientes e arredondados. Hemiélitros com embólio engrossado e sutura cório-embolial acompanhada por uma fileira de pontuações. Escutelo com depressão mediana; clavo longo; aréola ocupando aproximadamente metade da membrana (Carvalho 1989).
Espécie registrada para o Brasil
Clypeocoris amazonicus Carvalho, 1989.
Coloração geral castanha, tendendo ao avermelhado, com áreas citrinas ou lutescentes. Pronoto citrino a lutescente, exceto na região dos calos; extremo ápice do cório, cúneo e nervuras da membrana castanhos a avermelhados; base do segmento antenal I e segmentos antenais III e IV pálidos. Região ventral castanho-escura; propleura com área citrina; base dos fêmures e ápice das coxas pálidos.
Desconhecida.
Registro documentado em Maturacá – Alto Rio Cauaburis, Amazonas, segundo Carvalho 1989. Selecione a localidade para consultar os dados ambientais e bibliográficos.
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Esta referência apresenta descrições de novos gêneros e espécies de Miridae do Brasil, contribuindo para o conhecimento taxonômico da fauna neotropical.
Carvalho, J. C. M. 1989. Mirídeos Neotropicais, CCCIV: novos gêneros e espécies do Brasil (Hemiptera). Revista Brasileira de Biologia 49(2): 443–460.